Ginko Biloba | o
Original Ginko Biloba
O GINKO BILOBA é
um fitoterápico formulado à base de extrato padronizado de ginkgo
(Ginko biloba). Árvore viva mais antiga do mundo, é considerada
sagrada em toda a Ásia.
As folhas são usadas para aumentar a circulação para o cérebro e
extremidades. Aumenta o fluxo sanguíneo, dilatando artérias, veias e
capilares, contribuindo para eliminar os sintomas gerados por
insuficiência circulatória.
-Melhora a circulação e a memória
A palavra ginkgo
tem origem chinesa, que significa damasco prateado. A palavra biloba
vem do formato bilobado das folhas.
Ginko biloba, de origem chinesa, é uma árvore considerada um
fóssil vivo. É símbolo de paz e longevidade, por ter sobrevivido as
explosões atômicas no Japão. Foi descrita pela primeira vez pelo médico
alemão Engelbert Kaempfer, por volta de 1690, mas só despertou o
interesse de pesquisadores após a Segunda Guerra Mundial, quando
perceberam que a planta tinha sobrevivido à radiação em Hiroshima,
brotando no solo da cidade devastada.
Espécie vegetal que combate os radicais livres e auxilia na oxigenação
cerebral, dentre diversas plantas que funcionam na medicina alternativa.
Nomes populares: Nogueira-do-Japão, árvore-avenca, ou simplesmente
ginkgo.
São árvores caducas, que perdem todas as folhas no inverno e atingem uma
altura de 20-35 m (alguns espécimes, na China, chegam a atingir os 50
m). Foram durante muito tempo consideradas extintas no meio natural, mas
sabe-se hoje em dia que existem duas pequenas zonas na província de
Zheijian (China) que albergam exemplares desta espécie.
Goethe, famoso cientista, filósofo, poeta e botânico alemão, escreveu um
poema sobre ele em 1815, falando da unidade-dualidade, simbolizada na
folha do Ginkgo.
Existem hoje em praticamente todos os continentes da terra e no Brasil
há exemplares produzidos de sementes, e não estão em extinção.
A ginkgo biloba foi a primeira planta a brotar após a destruição
provocada pela bomba atômica na cidade de Hiroshima, no Japão
A ginkgo já é famosa por suas façanhas. O extrato obtido de suas
folhas comprovadamente reduz as tonturas, refresca a memória, alivia as
dores nas pernas e nos braços e acaba com o zumbido no ouvido. Por tudo
isso ela arrebanhou uma vasta clientela, composta na maior parte por
idosos. Mas suspeita-se que o poder dessa planta de folhas de formato de
leque vá além. Estudos realizados em laboratório e com seres humanos
sugerem sua capacidade de prevenir e atacar tumores — mais um importante
item que se acrescenta ao seu currículo.
Uma das pesquisas que obtiveram resultados mais estrondosos foi
concluída no final do ano passado. Ao todo, 1 388 mulheres foram
acompanhadas por seis meses. Todas relataram tomar algum tipo de remédio
fitoterápico — equinácea, ervade- são-joão, ginseng e ginkgo. As que
ingeriram esta última diariamente tiveram uma incidência 60% menor de
tumores de ovário. Para entender o que estava ocorrendo, os surpresos
cientistas levaram a ginkgo para dentro do laboratório. Lá misturaram o
extrato da planta a culturas de células de ovário cancerosas. Bastou uma
pequena dose para que o crescimento delas fosse reduzido em 80%.
por Duda Teixeira
fonte:saude.abril.com.br
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